- dramaturgia brasileira, teatro

"Por que ler dramaturgia?", por Silvia Gomez

Pedimos a pesquisadores(as), dramaturgos(as), tradutores(as) e demais envolvidos(as) no universo teatral responderem a uma pergunta que tanto nos inquieta desde o nascimento da Temporal e que tem espaço especial aqui, no Blog da editora: afinal, por que ler dramaturgia? Se o gênero não figura entre os frequentes do público brasileiro, não consta entre as categorias da maioria dos prêmios literários, ou é destaque nas livrarias e na imprensa, além de, com frequência, se distinguir da literatura, por que se interessar por ele? No segundo texto da série, quem nos responde a questão é a jornalista, dramaturga e roteirista Silvia Gomez, que recentemente escreveu para o Grupo Galpão a peça Partida de vôlei à sombra do vulcão, texto que integra a o projeto “Dramaturgias – Cinco passagens para agora”

- teatro, tradução teatral

"Por que ler dramaturgia?", por Rubens Figueiredo

Pedimos que pesquisadores(as), dramaturgos(as), tradutores(as) e demais envolvidos(as) no universo teatral respondessem a uma pergunta que tanto nos inquieta desde o nascimento da Temporal e que ganha espaço especial, aqui, no Blog da editora: afinal, por que ler dramaturgia? Se o gênero não figura entre os preferidos do público brasileiro, não consta entre as categorias da maioria dos prêmios literários nem é destaque nas livrarias e na imprensa, além de, com frequência, não ser entendido como literatura, por que se interessar por ele? Para inauguras os trabalhos, o convidado a responder à questão é Rubens Figueiredo, consagrado tradutor do par russo-português, que, recentemente, verteu as peças de Tchékhov

- arte, teatro, dramaturgia brasileira

Teatro na pandemia: o eterno retorno

artigo por DIONE CARLOS — Para encerrar o ano de 2021 em grande estilo, e nos preparar para o ano vindouro com coragem, convidamos para o Blog alguém que muito admiramos, parceira de outros projetos da Temporal: a atriz, dramaturga, roteirista e professora de teatro Dione Carlos. A autora divide conosco e com nossos(as) leitores(as) um breve relato de sua trajetória pelo campo artístico dos últimos dois anos, e comenta seus processos de enfrentamento à realidade política e sanitária brasileira. A partir da prática que realiza, o texto apresenta seu processo de criação frente ao exercício teatral – de que maneira ele se dá e se desdobra; suas reflexões sobre a dramaturgia e o texto em si mesmo – suas referências e elaborações; além de pincelar algumas considerações sobre a cena brasileira no que diz respeito ao protagonismo das narrativas negras.