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"Por que ler dramaturgia?", por Gustavo Colombini

Pedimos a pesquisadores(as), dramaturgos(as), tradutores(as) e demais envolvidos(as) no universo teatral responderem a uma pergunta que tanto nos inquieta desde o nascimento da Temporal e que tem espaço especial aqui, no Blog da editora: afinal, por que ler dramaturgia? Se o gênero não figura entre os frequentes do público brasileiro, não consta entre as categorias da maioria dos prêmios literários, ou é destaque nas livrarias e na imprensa, além de, com frequência, se distinguir da literatura, por que se interessar por ele? Nesta quinzena, recebemos o diretor e dramaturgo Gustavo Colombini, autor de peças como Colônia e O silêncio depois da chuva, tendo esta última lhe rendido uma indicação ao prêmio APCA de São Paulo na categoria de Melhor Dramaturgia. No texto abaixo, Colombini reflete sobre a importância da leitura dramatúrgica na sua trajetória e destaca a forma pela qual o texto teatral pode nos auxiliar na imersão em um outro tempo, longe da aceleração dos dias atuais. E que, para compreendermos o futuro da dramaturgia e, portanto, do teatro ele mesmo, precisamos reaprender o ato de leitura dramatúrgica.

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"Por que leio dramaturgia?", por Luís Reis

Pedimos a pesquisadores(as), dramaturgos(as), tradutores(as) e demais envolvidos(as) no universo teatral responderem a uma pergunta que tanto nos inquieta desde o nascimento da Temporal e que tem espaço especial aqui, no Blog da editora: afinal, por que ler dramaturgia? Se o gênero não figura entre os frequentes do público brasileiro, não consta entre as categorias da maioria dos prêmios literários, ou é destaque nas livrarias e na imprensa, além de, com frequência, se distinguir da literatura, por que se interessar por ele? Em mais um relato da série, quem compartilha conosco a sua escuta própria do texto dramatúrgico é o professor e pesquisador da UFPE Luís Reis, com pesquisa voltada ao teatro popular da região nordeste. Atuando também como dramaturgo, teve inúmeras de suas peças encenadas, entre as quais destacamos "A filha do teatro" (2003), "A morte do artista popular" (2010) e "Puro lixo, o espetáculo mais vibrante da cidade" (2015)

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Sempre às margens

Nesta quinzena, publicamos no Blog da Temporal um texto do jornalista Christian Eger que traça encontros entre a literatura e a trajetória de Botho Strauss, autor de “Trilogia do reencontro”. Em sua obra, o dramaturgo alemão pensa as relações humanas de forma provocadora e compõe um aguçado diagnóstico do seu tempo. Solitário e vivendo longe dos holofotes, Strauss vem do teatro e do jornalismo sobre teatro, que, juntos, ajudaram a formar um escritor da sociedade. Filho de um consultor de alimentos que foi levado à prisão de Naumburg por suposto crime contra a economia, Strauss usou essa e outras experiências de sua vida como matéria-prima literária. Autor autêntico, Strauss é, segundo o colega Peter Handke, merecedor de um Nobel de Literatura.

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"Por que ler dramaturgia?", por Stephan A. Baumgärtel

Pedimos a pesquisadores(as), dramaturgos(as), tradutores(as) e demais envolvidos(as) no universo teatral responderem a uma pergunta que tanto nos inquieta desde o nascimento da Temporal e que tem espaço especial aqui, no Blog da editora: afinal, por que ler dramaturgia? Se o gênero não figura entre os frequentes do público brasileiro, não consta entre as categorias da maioria dos prêmios literários, ou é destaque nas livrarias e na imprensa, além de, com frequência, se distinguir da literatura, por que se interessar por ele? Em abril, para o quarto depoimento da série, convidamos um parceiro já conhecido da Temporal. Autor do Prefácio à edição de “Trilogia do reencontro”, de Botho Strauss, publicada pela editora em 2020, Stephan A. Baumgärtel compartilha conosco um relato sobre as especificidades da dramaturgia – seus desenhos, prazeres e atravessamentos – e sobre as possibilidades que provêm do encontro entre texto teatral e cena, ao qual o autor nomeia “jogo cênico”.

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"Por que ler dramaturgia?", por Pedro Henrique Müller

Pedimos a pesquisadores(as), dramaturgos(as), tradutores(as) e demais envolvidos(as) no universo teatral responderem a uma pergunta que tanto nos inquieta desde o nascimento da Temporal e que tem espaço especial aqui, no Blog da editora: afinal, por que ler dramaturgia? Se o gênero não figura entre os frequentes do público brasileiro, não consta entre as categorias da maioria dos prêmios literários, ou é destaque nas livrarias e na imprensa, além de, com frequência, se distinguir da literatura, por que se interessar por ele? Em mais um texto da série, quem nos responde é Pedro Henrique Müller, que realiza um sobrevoo pela história do teatro e da dramaturgia, entrelaçando-a aos sentimentos e sentidos de sua experiência e de sua prática no campo. Pedro recentemente atuou e assinou a dramaturgia no espetáculo-exposição "Como devo chorá-los?" (2021), adaptação online e multimídia da tragédia de Antígona de Sófocles.