- dramaturgia brasileira, espetáculos

O jogo teatral em estado pleno

artigo por MACKSEN LUIZ — Em artigo veiculado no “Jornal do Brasil”, em 1984, o crítico Macksen Luiz analisa o espetáculo “Mão na luva”, apresentado por Marco Nanini e Juliana Carneiro da Cunha, e dirigido por Aderbal Freire Filho, e comenta as particularidades e as aproximações entre este texto e as demais obras do conjunto de Oduvaldo Vianna Filho

- dramaturgia brasileira, história do teatro, política

Sobre "Se correr o bicho pega, se ficar o bicho come"

artigo por FERNANDO MARQUES — Como parte da Ocupação Vianinha, projeto da Temporal para incentivar a leitura e a interpretação de obras de Oduvaldo Vianna Filho, nesta quinzena, o escritor, compositor e professor da UnB Fernando Marques traz para o Blog trecho de sua análise da peça Se correr o bicho pega, se ficar o bicho come, parceria entre Vianinha e Ferreira Gullar

- literatura alemã, teatro russo

"Trilogia do reencontro", ou o encontro impossível

artigo por RODRIGO ALVES DO NASCIMENTO E PRISCILA NASCIMENTO MARQUES — Neste artigo, os professores e pesquisadores Priscila Nascimento Marques e Rodrigo Alves do Nascimento destrincham as características herdadas de “Os veranistas”, do escritor russo Maksim Górki, pelo dramaturgo Botho Strauss, em “Trilogia do reencontro”, peça de 1976 em que as subjetividades decadentes também lembram Tchékhov.

- dramaturgia latino-americana, literatura chilena, tradução teatral

O movimento (con)textual: “Classe”, de Guillermo Calderón

artigo por SARA ROJO — A partir de uma análise de aspectos textuais e de montagem da peça “Classe”, do célebre dramaturgo chileno Guillermo Calderón, traduzida e apresentada no Brasil em 2019, a pesquisadora e professora Sara Rojo traz ao Blog da Temporal uma reflexão sobre os movimentos que uma dramaturgia tende a realizar em seu interior de acordo com o contexto em que se insere

- teatro, história do teatro, dramaturgia brasileira

Apontamentos sobre “Eles não usam black-tie”

artigo por GUSTAVO ASSANO — Ao destacar o que chama de o “status lendário” de uma das peças mais célebres da história teatral brasileira, o pesquisador se lança a uma investigação sobre as vantagens e desvantagens, do ponto de vista da crítica, de tratar de obras teatrais canônicas