- dramaturgia brasileira, história do teatro, política

Sobre "Se correr o bicho pega, se ficar o bicho come"

Como parte da Ocupação Vianinha, projeto da Temporal para incentivar a leitura e a interpretação de obras de Oduvaldo Vianna Filho, nesta quinzena, o escritor, compositor e professor da UnB Fernando Marques traz para o Blog trecho de sua análise da peça Se correr o bicho pega, se ficar o bicho come, parceria entre Vianinha e Ferreira Gullar

- literatura alemã, teatro russo

"Trilogia do reencontro", ou o encontro impossível

Neste artigo, os professores e pesquisadores Priscila Nascimento Marques e Rodrigo Alves do Nascimento destrincham as características herdadas de “Os veranistas”, do escritor russo Maksim Górki, pelo dramaturgo Botho Strauss, em “Trilogia do reencontro”, peça de 1976 em que as subjetividades decadentes também lembram Tchékhov.

- dramaturgia latino-americana, literatura chilena, tradução teatral

O movimento (con)textual: “Classe”, de Guillermo Calderón

A partir de uma análise de aspectos textuais e de montagem da peça “Classe”, do célebre dramaturgo chileno Guillermo Calderón, traduzida e apresentada no Brasil em 2019, a pesquisadora e professora Sara Rojo traz ao Blog da Temporal uma reflexão sobre os movimentos que uma dramaturgia tende a realizar em seu interior de acordo com o contexto em que se insere

- teatro, história do teatro, dramaturgia brasileira

Apontamentos sobre “Eles não usam black-tie”

Ao destacar o que chama de o “status lendário” de uma das peças mais célebres da história teatral brasileira, o pesquisador se lança a uma investigação sobre as vantagens e desvantagens, do ponto de vista da crítica, de tratar de obras teatrais canônicas 

- dramaturgia brasileira, teatro, política

Da certeza melancólica aos ensaios políticos

Para encerrar o mês de novembro, o psicanalista e doutor em filosofia Fábio Franco apresenta, especialmente para o Blog da Temporal, uma leitura crítica e comparada entre três importantes obras de nosso catálogo: "Praça dos Heróis", "Papa Highirte" e "Os que ficam". A partir das posições políticas dos principais personagens das peças, o autor desenha um quadro de reações possíveis diante do autoritarismo e da violência