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"Por que leio dramaturgia?", por Luís Reis

Pedimos a pesquisadores(as), dramaturgos(as), tradutores(as) e demais envolvidos(as) no universo teatral responderem a uma pergunta que tanto nos inquieta desde o nascimento da Temporal e que tem espaço especial aqui, no Blog da editora: afinal, por que ler dramaturgia? Se o gênero não figura entre os frequentes do público brasileiro, não consta entre as categorias da maioria dos prêmios literários, ou é destaque nas livrarias e na imprensa, além de, com frequência, se distinguir da literatura, por que se interessar por ele? Em mais um relato da série, quem compartilha conosco a sua escuta própria do texto dramatúrgico é o professor e pesquisador da UFPE Luís Reis, com pesquisa voltada ao teatro popular da região nordeste. Atuando também como dramaturgo, teve inúmeras de suas peças encenadas, entre as quais destacamos "A filha do teatro" (2003), "A morte do artista popular" (2010) e "Puro lixo, o espetáculo mais vibrante da cidade" (2015)

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Sempre às margens

Nesta quinzena, publicamos no Blog da Temporal um texto do jornalista Christian Eger que traça encontros entre a literatura e a trajetória de Botho Strauss, autor de “Trilogia do reencontro”. Em sua obra, o dramaturgo alemão pensa as relações humanas de forma provocadora e compõe um aguçado diagnóstico do seu tempo. Solitário e vivendo longe dos holofotes, Strauss vem do teatro e do jornalismo sobre teatro, que, juntos, ajudaram a formar um escritor da sociedade. Filho de um consultor de alimentos que foi levado à prisão de Naumburg por suposto crime contra a economia, Strauss usou essa e outras experiências de sua vida como matéria-prima literária. Autor autêntico, Strauss é, segundo o colega Peter Handke, merecedor de um Nobel de Literatura.

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"Por que ler dramaturgia?", por Stephan A. Baumgärtel

Pedimos a pesquisadores(as), dramaturgos(as), tradutores(as) e demais envolvidos(as) no universo teatral responderem a uma pergunta que tanto nos inquieta desde o nascimento da Temporal e que tem espaço especial aqui, no Blog da editora: afinal, por que ler dramaturgia? Se o gênero não figura entre os frequentes do público brasileiro, não consta entre as categorias da maioria dos prêmios literários, ou é destaque nas livrarias e na imprensa, além de, com frequência, se distinguir da literatura, por que se interessar por ele? Em abril, para o quarto depoimento da série, convidamos um parceiro já conhecido da Temporal. Autor do Prefácio à edição de “Trilogia do reencontro”, de Botho Strauss, publicada pela editora em 2020, Stephan A. Baumgärtel compartilha conosco um relato sobre as especificidades da dramaturgia – seus desenhos, prazeres e atravessamentos – e sobre as possibilidades que provêm do encontro entre texto teatral e cena, ao qual o autor nomeia “jogo cênico”.

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Desvendando Frank Wedekind

Nascido em 24 de julho de 1864 na cidade alemã de Hannover, Frank Wedekind atuou em diversas frentes do campo cultural ao longo de sua vida: foi dramaturgo, encenador, ator, recitador, romancista, poeta, jornalista, produtor de uma companhia de circo e publicitário. Em toda sua obra, nota-se a presença de uma personalidade marcada pela inquietação, tendo produzido uma literatura crítica, satírica e antiburguesa. Pertencendo ao mesmo caldo cultural de onde surgiram os trabalhos de Ibsen, Nietzsche, Strindberg e Hauptmann, Wedekind procurou responder, à sua maneira, às necessidades de renovação cultural e teatral de sua época. Ao fazer uso de diversos procedimentos dramáticos, foi capaz de exercer considerável influência sobre a geração seguinte de escritores, com destaque para os trabalhos de Bertolt Brecht, e até mesmo sobre a psicanálise de Sigmund Freud e Jacques Lacan.

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"Por que ler dramaturgia?", por Pedro Henrique Müller

Pedimos a pesquisadores(as), dramaturgos(as), tradutores(as) e demais envolvidos(as) no universo teatral responderem a uma pergunta que tanto nos inquieta desde o nascimento da Temporal e que tem espaço especial aqui, no Blog da editora: afinal, por que ler dramaturgia? Se o gênero não figura entre os frequentes do público brasileiro, não consta entre as categorias da maioria dos prêmios literários, ou é destaque nas livrarias e na imprensa, além de, com frequência, se distinguir da literatura, por que se interessar por ele? Em mais um texto da série, quem nos responde é Pedro Henrique Müller, que realiza um sobrevoo pela história do teatro e da dramaturgia, entrelaçando-a aos sentimentos e sentidos de sua experiência e de sua prática no campo. Pedro recentemente atuou e assinou a dramaturgia no espetáculo-exposição "Como devo chorá-los?" (2021), adaptação online e multimídia da tragédia de Antígona de Sófocles.